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Platitudes – IX

De regresso. 1. “A arte da vida consiste no cultivo da sabedoria.” John Henry Newman.Tem a vida uma arte para ser vivida? Não bastará apenas que a vivamos dia após dia, deixando que flua, lidando com ela da melhor forma possível? Dominar uma arte requer tempo de prática, aprendizagem e mestria. Requer vencer a vontade … Continue reading Platitudes – IX

Etty Hillesum

“Uma vida transformada” Li em dois dias o livro. A sua existência sobe desde uma família disfuncional que ela apelida de “caótica”,  atravessando-a por terras de paixão, de inferno e de uma sede ardente de compreensão de si. Guiada por mão sábia e amiga, essa mesma vida coloca-a às portas da fé, no dia em … Continue reading Etty Hillesum

A voz aos amigos (XXXIX)

Ao entardecer Ao entardecer, do dia ou da vida, as coisas que tiveram mais côr ou mais valor ficam diferentes. O que eram apelos da exterioridade convertem-se em convites à interioridade, ao recolhimento da consciência. Os ruídos e as alegrias são, agora, suaves sons e uma serenidade na qual redescobrimos que temos alma. O que … Continue reading A voz aos amigos (XXXIX)

After life

Pessoas aos trambolhões. Assim posso descrever o fio que une as diferentes personagens da série “After life”. A linguagem é rude, aparece muitas vezes a f*** word. Há personagens estranhos como o carteiro ou o rapaz gordo que estagia no jornal local. Ainda mais estranho o psiquiatra e o seu estilo gingão e heterodoxo de … Continue reading After life

Em câmara lenta

Os gestos dela são sempre rápidos. Sabe o que tem a fazer, as tarefas para o dia. O importante é chegar ao ponto em que pode dizer a si mesma que, para aquele momento tudo está feito. E essa é a sensação mais gratificante: a de, ainda que por momentos, ter a ilusão que ao … Continue reading Em câmara lenta

Platitudes – VIII

1. Li que, na antiga tradição monástica oriental, o “noviço”, isto é aquele que estava num período de discernimento e prova relativamente à sua vocação, era chamado à presença do seu Padre Mestre (o formador), no final de cada dia.Era o momento em que o noviço falava sobre as suas vivências interiores e exteriores, verbalizando … Continue reading Platitudes – VIII

A voz aos amigos (XXXVIII)

A figura do padre na literatura (XII) Em 1953 surge o romance “Manhã submersa” de Vergílio Ferreira. Curioso que o romance estava a ter pouca receção até que se chega a Abril de 74 e, com ele, o fim da ditadura. Não há isso de “acasos” na história… António dos Santos, o Borralho, foi obrigado, … Continue reading A voz aos amigos (XXXVIII)

Platitudes – VII

1. Os dias começam a ficar maiores e a temperatura mais amena. Depois de ter tido COVID, retomei as minhas caminhadas madrugadoras. Uma e outra vez saboreio esta hora matutina ainda que escura. No regresso do caminho olho o céu, esperando o momento em que verei a primeira luz da manhã pela primeira vez. Desde … Continue reading Platitudes – VII

A voz aos amigos (XXXVII)

O maior presente Existe um livro, cheio de boas notícias, que tem lá esta frase: “Não vos preocupeis, pois, com o dia de amanhã: o dia de amanhã terá as suas preocupações próprias. A cada dia basta o seu cuidado.”. (Mt 6, 33) Só poderemos algo no agora. Os nossos “poderes mágicos” só funcionam no … Continue reading A voz aos amigos (XXXVII)

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