Ansiedade climática

Fiquei, não diria surpreendido, mas talvez satisfeito, quando li o artigo da revista online Quillete. Este site, de uma autora australiana, mas onde colaboram bastantes pessoas, é o melhor antídoto que conheço face ao pensamento politicamente correto seja ele racismo, woke generation, cancel culture, identidade de género e… alterações climáticas.

Não sei se quem lê este texto está a par, mas existe uma corrente de opinião hoje que afirma que somos demasiados humanos neste planeta, que os recursos são escassos e que, afinal os humanos estão… a mais. Assim, será melhor se as pessoas se decidirem a ter menos filhos ou, melhor ainda, a não tê-los. É a chamada “ansiedade climática”. O que o autor faz de forma soberba ao longo de todo o artigo é desmontar esse e outros argumentos:

– O principal problema é a redução da demografia, a qual poderá ser dramática daqui a trinta anos;

– Não estamos a matar o planeta, embora haja muito trabalho a fazer;

– O ar do mundo está a ficar globalmente mais limpo, e de forma acentuada;

– O número de pessoas em todo o mundo com melhor acesso a água potável aumentou 68% de 1990 a 2015;

– A desnutrição está a declinar drasticamente em todo o mundo;

– A terra está a tornar-se um lugar muito mais seguro para os seres humanos viverem;

– Há alimentação suficiente para 10.000 milhões de pessoas, mas a curva demográfica está a descer e não chegaremos a esse ponto se as coisas continuarem como estão;

É quase inacreditável como estas afirmação estão nas antípodas de tudo o que me é vendido em termos de meios de comunicação social. Os dados, os autores e as fontes citados parecem-me credíveis e muitos são instituições conhecidas e reputadas. Mesmo que tenhamos de pôr um “grão de sal” no texto não deixo de pensar, a este como a outros níveis e áreas, como estamos a ser tão manipulados não de forma pontual, mas como uma grande onda que tudo leva à sua frente. É bom que haja visões divergentes que ajudam a pensar e a ver a realidade de outros pontos de vista.

Seugem: o artigo traduzido para português com a cortesia de Deepl e a seguir o respeito original. Vale a pena a leitura atenta e lenta.

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